Lisboa anunciou a decisão de suspender novos registros de alojamento local.

Portugal foi eleito pela segunda vez consecutiva o “melhor destino turístico do mundo”.
O prêmio foi anunciado na 25ª Gala do World Travel Awards, considerado um dos mais importantes prêmios do turismo internacional.

Clima, gastronomia, qualidade de vida e paraísos naturais e históricos são alguns dos motivos que justificam um interesse tão grande pelo país, mas não para por aqui.

Portugal é um dos países com menor preço por metro quadrado da Europa, trabalha com políticas de incentivo ao turismo e investimento de estrangeiros e ainda possibilita que a emissão de vistos e cidadania possam ser requeridas de maneira mais simples do que em outros países vizinhos.

Por fim, o país se mantem afastado de guerras, violência política ou conflitos religiosos. Segurança é um dos principais motivos para quem escolhe Portugal para viver.

Por esses e outros milhares de motivos, Portugal tem o turismo como um dos principais pilares da economia, desperta a curiosidade e interesse de investidores do mundo inteiro e tem no topo dessa lista os investidores brasileiros.

Agora é preciso ter atenção no momento de vender ou comprar um imóvel na capital Lisboa. Um dos principais recursos utilizado por investidores para rentabilizar sua unidade e constituir renda é o aluguel por temporada, onde o proprietário faz a locação de sua propriedade por pequenos períodos.

Com essa finalidade, os imóveis mais procurados são próximos aos centros urbanos, onde os turistas normalmente buscam por hospedagem em sites, plataformas e aplicativos.

Para poder alugar um imóvel por temporada, prática nomeada de “alojamento local”, é necessário possuir uma permissão do governo, uma certidão que permite que o proprietário possa submeter sua unidade a alugueis de curto prazo.

O Governo português definiu que novas solicitações e permissões estão suspensas para imóveis localizados em alguns pontos específicos.

O objetivo da limitação é preservar a realidade social dos bairros e freguesias históricas, onde um dos principais critérios adotados foi assegurar que não haja diminuição no percentual de imóveis disponíveis para habilitação.

Outra novidade é que os prédios que possuem unidades tanto para habilitação como para alojamento local, poderão votar na assembleia do condomínio e se a maioria definir em votação, a atividade poderá ser suspensa e o condomínio fica responsável por informar a Câmara Municipal territorialmente competente que deverá decidir sobre o cancelamento dos registros localizados no prédio em questão.

Dentro das áreas delimitadas, apenas os proprietários ou empresas que já possuem o registro poderão submeter suas unidades ao alojamento local.

Para os investidores a notícia não deve ser entendida como algo negativo, Lisboa não deve sofrer impactos ou recuo do turismo, e a medida deve valorizar áreas vizinhas e garantir que novas unidades, regiões e bairros vizinhos evoluam economicamente.
Momento oportuno para investir em regiões vizinhas às áreas de bloqueio e desfrutar da valorização.

Veja agora quais são as regiões que contemplam as áreas protegidas: